Mostra virtual CCMS
Foto aumentada de um crânio com fratura frontal.

Paleopatologia

O Estudo da Doença no Passado

Que técnicas utilizar?

A foto está em preto e branco e mostra imagem microscópica ampliada de um fragmento de osso.
Microscopia eletrônica feita em um fragmento de cálculo, ou tártaro, extraído de dente humano pré-histórico, mostrando fragmento de alimento fibroso.Dente encontrado no Sambaqui do Forte Marechal Luz, Santa Catarina, Brasil, com cerca de 800 anos. (Foto de S. Mendonça de Souza / Museu Nacional UFRJ)
Nesta foto vê-se uma radiografia de porções de ossos humanos.
Radiografias de esterno, costelas e fragmentos de ílio humanos pré-históricos com lesões infecciosas de osteomielite que podem ser identificadas por áreas mais claras, ou densas, e áreas de destruição, mais escuras, do tecido ósseo. Sambaqui do Arapuã, Rio de Janeiro, Magé, Brasil. (Foto de S. Mendonça de Souza / Museu Nacional UFRJ)
A fotografia mostra imagem microscópica de partículas coloridas.
Conteúdo microscópico encontrado em coprólitos humanos pré-históricos, composto por restos de alimentos e um ovo de parasita intestinal, Enterobios sp., no centro do campo. Laboratório de Paleoparasitologia Ensp Fiocruz
A fotografia mostra imagem microscópica de partículas em preto e branco.
Detalhe do mesmo material, mostrando fragmento de uma fibra de origem vegetal. O estudo destes microrresíduos permite entender melhor a dieta pré-histórica e os problemas dentários da população.

No início do século XX, novidades da técnica médica foram aplicadas ao estudo das doenças antigas.

A radiografia explorou o interior dos corpos mumificados, buscando sinais de doenças. A microscopia ótica, possibilitada pelas técnicas de hidratação, explorou a intimidade dos tecidos preservados, revelando a presença de parasitas, a existência de obstruções arteriais, a cirrose hepática, entre outras doenças.

Aguçando o olhar médico, as técnicas confirmavam a existência da doença. Ao mesmo tempo em que mostravam as doenças do passado, ajudavam a fortalecer a nova ciência médica, fundamentada nos diagnósticos laboratoriais.

Às portas do século XXI, as técnicas antigas estão melhores e técnicas novas estão disponíveis.

A biologia molecular avança, permitindo identificar até o DNA existente em fósseis humanos, ou de seus parasitas. As análises físico-químicas investigam a constituição dos ossos permitindo concluir sobre a nutrição, os traços de substâncias tóxicas, e outras condições. Os isótopos radioativos, como o C14, fornecem com precisão a antiguidade dos materiais estudados. Os microscópios eletrônicos proporcionam imagens planas ou em três dimensões, ampliadas milhares de vezes, permitindo ver melhor as estruturas e suas alterações. A tomografia computadorizada, que pode ser até microscópica, assim como a ressonância eletromagnética, permitem análises das formas e até mesmo a duplicação física dos objetos a partir de imagens virtuais. Graças a estes últimos métodos, por exemplo, não é mais necessário abrir corpos mumificados para estudá-los.

A foto apresenta um copo de vidro cheio com líquido marrom e o número “230” escrito em vermelho.
Copo de vidro com solução de coprólitos humanos em etapa de decantação para o exame paleoparasitológico. Laboratório de Paleoparasitologia Ensp Fiocruz
Observa-se imagem de tomografia computadorizada de mandíbula humana, em seis ângulos.
Reconstituição tridimensional feita com auxílio de tomografia computadorizada. Mandíbula humana da Lapa Vermelha IV, Minas Gerais, Brasil, pertencente ao crânio de "Luzia" datado em cerca de 11.000 anos. (Foto de V. Camapanati / Centro de Diagnósticos Avançados RJ)
Foto em cores de dois profissionais da saúde realizando exame de tomografia computadorizada em um volume coberto com tecido branco.
Realização de uma tomografia computadorizada em um corpo mumificado em posição sentada, proveniente do lago Titicaca, Peru. (Foto de V. Campanati / Centro de Diagnósticos Avançados RJ)


Warning: include(): It is not safe to rely on the system's timezone settings. You are *required* to use the date.timezone setting or the date_default_timezone_set() function. In case you used any of those methods and you are still getting this warning, you most likely misspelled the timezone identifier. We selected the timezone 'UTC' for now, but please set date.timezone to select your timezone. in /web/vhosts/ccms/drupal-7.54/paleopatologia/painel07.php on line 62

Warning: include(../footer.php): failed to open stream: No such file or directory in /web/vhosts/ccms/drupal-7.54/paleopatologia/painel07.php on line 62

Warning: include(): It is not safe to rely on the system's timezone settings. You are *required* to use the date.timezone setting or the date_default_timezone_set() function. In case you used any of those methods and you are still getting this warning, you most likely misspelled the timezone identifier. We selected the timezone 'UTC' for now, but please set date.timezone to select your timezone. in /web/vhosts/ccms/drupal-7.54/paleopatologia/painel07.php on line 62

Warning: include(): Failed opening '../footer.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear:/usr/share/php') in /web/vhosts/ccms/drupal-7.54/paleopatologia/painel07.php on line 62