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Lançamento do catálogo e roda de conversa marcam o encerramento da exposição Zé Gotinha do Brasil

Evento virtual foi dedicado à discussão do processo criativo da mostra e das releituras do personagem

Publicado: 27/02/2024 | 17h46
Última modificação: 12/03/2024 | 17h57

Texto: Centro Cultural do Ministério da Saúde 

 

Após seis meses de sucesso no túnel do Ministério da Saúde, em Brasília (DF), a exposição Zé Gotinha do Brasil chegou ao fim com uma roda de conversa e o lançamento oficial do catálogo da mostra, que tem uma versão impressa e uma on-line, já disponível na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). A roda de conversa, que estimulou a troca de ideias e informações, foi dedicada ao debate acerca do processo criativo da mostra e das releituras do icônico personagem Zé Gotinha.

Baixe aqui o catálogo da exposição.

Fabíola Simoni, chefe do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS/CGDI/SAA/SE) e mediadora da roda de conversa, falou da importância da exposição do ponto de vista cultural e educacional, para a conscientização da importância da vacinação. “Agradecemos muito o comprometimento e profissionalismo dos artistas. O talento de cada um nos inspirou e tocou profundamente”.

"Sempre que eu passava no túnel, ouvia alguém elogiando a exposição e comentando que poderia ficar para sempre", afirmou Eva Patrícia Alvares Lopes, coordenadora-geral da CGDI, destacando a receptividade positiva do projeto. Eva também expressou gratidão pela participação dos artistas e ressaltou a importância de levar a exposição para outros locais, enfatizando que a iniciativa não pode se limitar ao espaço cultural do túnel.

 

 

Já Thiago Grisolia, um dos curadores da exposição, destacou que trabalhar na interseção entre saúde e cultura é sempre desafiador. “Constantemente nos questionamos sobre como transmitir informações em saúde de maneira acessível e participativa, a fim de alcançar o público, que é o objetivo final. Os retornos que recebemos deixam claro que a resposta está na arte. É através dela que podemos comunicar de forma segura, envolvente e participativa, dialogando com a vida das pessoas. A exposição é resultado de um esforço coletivo de toda a equipe do CCMS e estamos muito felizes com todos os elogios e avaliações positivas”.

Darlan Rosa, criador do Zé Gotinha, também marcou presença no evento e mencionou a emoção que sentiu com o projeto. “Fiquei muito feliz com a iniciativa do CCMS de realizar essa exposição e permitir que outros artistas interagissem com o Zé Gotinha. Ver essa exposição concretizada foi incrível. Amei todas as releituras; cada artista imprimiu sua personalidade de forma única, mantendo a essência do personagem. Foi uma grande emoção ver a exposição de perto”.

Em seguida, Marcio Nolasco, um dos curadores da exposição, expressou: “Começamos a planejar esta mostra há dois anos; era um sonho nosso. Como já conversei individualmente com os artistas, todas as obras superaram significativamente nossas expectativas. Imaginávamos que seria ótimo, mas o resultado nos surpreendeu e tocou muito. Agradecemos novamente a cada um dos artistas".

Junto com Nolasco, Flávia Menna Barreto, da equipe de Comunicação do CCMS, apresentou o balanço das oito visitas mediadas, os resultados da pesquisa de público e algumas das reações dos visitantes. A dupla de Comunicação também divulgou o tour virtual (que pode ser acessado aqui) e o catálogo, que tem projeto gráfico de Luiz Baltar.

Os criadores das releituras do Zé Gotinha compartilharam suas experiências e processos criativos, enriquecendo ainda mais o diálogo. Os artistas Daniel Bueno, ÓGBÁ, Will Cavalcante, Evandro Marenda, Luiza de Souza, Felipe Cavalcante, Bárbara Quintino, Guilherme Karsten e Ruth Albernaz detalharam as mensagens que buscaram transmitir por meio das obras produzidas especialmente para a exposição. Releituras feitas por Brixx Furtado, Hugo Alberto, Junior Pakapym, Paulo Bruno, Laura Athayde, Michelle Cunha, TAI, Marcela Cantuária, Eve Queiróz, Raro de Oliveira e Samuel Casal também compõem a mostra Zé Gotinha do Brasil.

No final do encontro virtual, também aconteceram relatos comoventes de mediadores e participantes das visitas mediadas.