CCMS

Parcerias e Redes


Última modificação: 04/02/2019 | 15h57
Mandala colorida

A interdependência é um princípio do ser humano. Afinal, somos seres sociais e precisamos uns dos outros para nos alimentarmos de diversas formas e nos mantermos vivos.

Isso também serve para fazer uma alusão às nossas relações de trabalho. Assim como os seres humanos devem assumir sua interdependência para uma vida mais segura e plena, o Centro Cultural do Ministério da Saúde deve muito às suas parcerias e redes para falar de sua história: seus feitos, o aprendizado da equipe, a troca de experiências e o seu futuro. Funcionamos como uma rede, que vai e vem tecendo e trocando ideias, experiências, material, afeto, estudo e projetos.

Para falar da história do CCMS, não podemos deixar de falar das parcerias com o Instituto Municipal Nise da Silveira/Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, que fez parte da história de construção deste espaço; com o Coletivo MS, que trouxe muitas ideias e exposições relevantes; com a Fundação Osvaldo Cruz, que esteve presente na concepção de alguns projetos muito importantes e relevantes e atuando com mais de uma de suas áreas nesta história; com a organização Médicos Sem Fronteiras, dentre outras parcerias não menos importantes.

Também existem as redes as quais já fazemos parte há algum tempo. A Rede de Acessibilidade em Museus e a Rede de Educação Museal são bons exemplos de espaços que trocam conhecimento e discutem melhorias para os espaços culturais na cidade do Rio de Janeiro e que nos acolheram tão bem.

Ao falar de Saúde Pública, logo pensa-se em coletividade, construção conjunta, por isso, o Centro Cultural do Ministério da Saúde, responsável por disseminar ações de Saúde Pública de forma lúdica, didática e comprometida, conta com suas redes e parcerias para este feito. Acredita-se que nada relacionado a este tema pode-se fazer sozinho, sendo assim, o espaço encontra-se aberto a ideias, inovação, parceria. A proposta é que nossa equipe continue a tecer sua rede de troca e colaborações e reiterar aquilo que já foi construído.