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Hackovid19 encerra primeira fase com maratona de 72 horas. CCMS fez parte do evento

Grupos desenvolveram soluções inovadoras para problemas causados pela pandemia de Covid-19

Publicado: 22/05/2020 | 15h39
Última modificação: 22/05/2020 | 15h44
Logo do evento Hackcovid19, com o texto "#ciência e tecnologia a favor da vida"

A maratona hacker Hackovid19 se encerrou no dia 19 de maio e contou com quase mil participantes em 72 horas de trabalho intenso. O Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) apresentou o desafio "Como os grupos de cultura e saúde pelo Brasil podem contribuir para a saúde mental em tempos de distanciamento social?". 

Uma equipe com desenvolvedores, comunicadores e agentes de inovação desenvolveu a solução "Cola na praça" (https://devpost.com/software/teatro-da-saude#updates) para responder ao desafio. Na próxima fase, que acontece entre os dias 18 e 30 de maio, todos os projetos passarão pela avaliação do comitê julgador. 

A Hackovid19 é organizada pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). O objetivo era criar soluções inovadoras (aplicativos, equipamentos, serviços, etc), rápidas e de baixo custo para minimizar os impactos do isolamento social ou facilitar o trabalho dos profissionais de saúde na pandemia da Covid-19.

No evento, o produtor cultural do CCMS e pesquisador Thiago Grisolia apresentou a palestra "Desafios para os campos da Cultura e das Artes", disponível no canal do  Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF):