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Alunos da Creche Albert Sabin expõe no Centro Cultural da Justiça Federal

Pais puderam ver as obras dos filhos e assistir uma apresentação no salão

Publicado: 23/12/2019 | 10h35
Última modificação: 23/12/2019 | 10h57

texto de Beatriz Moda (Ascom SEMS/RJ)

A arte é a primeira forma de expressão humana. Antes de escrever, uma criança é capaz de rabiscar um papel e, do seu jeito, desenhar o mundo do jeito que consegue; antes de andar, o bebê dança no ritmo de uma música que gosta e assim por diante. Num mundo onde as diversas formas de se expressar têm sido oprimidas, seja na própria escola, onde a criança é ensinada que somente a escrita e a fala são úteis nas atividades, ou nos demais lugares, a creche Albert Sabin desenvolveu um projeto artístico com as crianças da Pré-escola I, voltado para a arte e sua fluidez.

Sob orientação da professora Rita de Cássia, as crianças fizeram esculturas, pinturas, desenhos, fotos: tudo registrado e apresentado num vídeo feito pela Assessoria de Comunicação do Ministério da Saúde (Ascom). A exposição contava com autorretratos, releituras de obras famosas e até uma coleção de câmeras fotográficas antigas. As crianças, enquanto produziam as obras, aprendiam mais sobre história da arte.  Os pequenos ainda fizeram uma apresentação sobre a história de uma dança típica afro-brasileira e indígena, o maculelê. Com todos devidamente caracterizados, o show ficou por conta dos alunos. A responsável pelo setor educativo do Centro Cultural da Justiça Federal, que abrigou a exposição, Andrea Garcia, afirma que a parceria entre o Ministério da Saúde e o CCJF foi muito produtiva: “espero que continue por muito tempo”, afirmou. Ela destacou também a necessidade de as crianças terem contato com a arte desde cedo, para desenvolver suas capacidades cognitivas.

O ponto em comum, destacado pelas professoras, coordenadoras da creche e servidores do Centro Cultural é que a arte é essencial para o desenvolvimento de qualquer indivíduo. Fabíola Simoni, chefe do Serviço de Produção Cultural e Educativa do CCMS, concorda com Andrea: “O cotidiano torna os adultos duros, mas as crianças não são desse jeito. Elas ainda podem mudar tudo”, afirma a educadora.

 

Os pais puderam ver as obras dos seus filhos expostas no CCJF

Os alunos fizeram uma apresentação sobre racismo no salão principal