A mostra virtual "Hospício de Pedro II: da construção à desconstrução" é uma iniciativa do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), uma unidade da Coordenação-Geral de Documentação e Informação (CGDI). Objetiva abordar o panorama histórico da Psiquiatria no Brasil, a partir do movimento da elite médica para a criação do primeiro hospício e das Colônias de Alienados na cidade do Rio de Janeiro.
O resultado é um retrato da situação em que se encontravam os loucos desde o início do século XIX a meados do século XX, passando pelas personalidades da Psiquiatria no Brasil e no exterior e pelo movimento político e social que originou a criação do Hospício de Pedro II – um espaço exclusivo de assistência aos chamados loucos, que começavam a ser vistos como doentes, necessitando, portanto, de tratamento médico.
Dentre os fatos relevantes destacam-se a desanexação do hospício da Santa Casa de Misericórdia em 1890, determinando a transferência de sua administração para o Estado, transformando desta forma, o hospício em uma instituição laica. E também a superlotação e as críticas satíricas ao asilo, além do surgimento das colônias de alienados Conde de Mesquita e São Bento, localizadas na Ilha do Governador.
Para a realização deste trabalho, foram coletados documentos textuais e iconográficos pesquisados nos arquivos da Academia Nacional de Medicina (ANM), Arquivo Nacional (AN), Biblioteca Nacional (BN), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Instituto Municipal Nise da Silveira (IMNS), Instituto Philippe Pinel (IPP) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Fonte: Iphan
Ministério da Saúde
Secretaria-Executiva
Subsecretaria de Assuntos Administrativos
Coordenação-Geral de Documentação e Informação
Centro Cultural do Ministério da Saúde
Jussara Fernandes Valladares
Jussara Alves Galvão
Laurinda Rosa Maciel – Historiadora
Alessandra Rosa Santos – Psicóloga
Paulo Sérgio da Silva Alencar – Psiquiatra
Mônica Isabel Cordeiro Quiroga
Cláudia Regina da Silva Lobo
Ana Aparecida Soares Ramos
Ana Carolina Francisco de Paula
Glauce Luna Garcia Dulcetti
Guido Coelho de Magalhães Bastos
Jorge de Miranda Teodoro Junior
Kelly Cristina Anastácio Sobrinho
Luciana Pucu Wollmann do Amaral
Pedro Galdino da Silva Neto
Renata Ardions Lopes
Sinara Martins Araújo
Vinicius da Mata Teixeira
Rômulo Bonelli: Esquirol, Teixeira Brandão, Juliano Moreira (acervo Mostra Memória da Loucura – CCMS)
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)
Instituto Municipal Philippe Pinel (IPP)
Instituto Municipal Nise da Silveira (IMNS)
Rita Loureiro
Academia Nacional de Medicina (ANM)
Arquivo Nacional (AN)
Biblioteca Nacional (BN)
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)
Instituto Municipal Philippe Pinel (IPP)
Instituto Municipal Nise da Silveira (IMNS)
Fórum de Ciência e Cultura / Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB)
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
Edmar de Oliveira
José Tavares
Lucinda Caetano
Dirce Nascimento
Ozana Pinheiro
Márcia Helena Gonçalves Rollemberg
Shirlei Rodrigues Gonçalves
Eliane Pereira dos Santos
3³ Design
Rafael Willadino Braga
Tiago da Silva Alves
Cecília Bona Pereira
Programação
Marco Gomes
Rafael Willadino Braga
Direção musical e efeitos sonoros
Pablo Bergami
Fonogramas musicais
Romanza, de Carlos Gomes e Prece, de Alberto Nepomuceno – Executadas por Glêsse Collet e Tereza Hezim. CD Brasil Erudito (contato: collet@unb.br);
Apanhei-te cavaquinho, de Ernesto Nazareth – Executada pela Orquestra de Violões de Brasília. CD Contrastes (contato: contato@orquestradevioloes.mus.br );
Atraente, Não insistas rapariga, e Plangente, de Chiquinha Gonzaga – Executadas por Rosária Gatti. CD Chiquinha Gonzaga 150 anos.
Contém trechos de Komm, Jesu, komm, de Johann Sebastian Bach.
Todas as composições são de domínio público, fonogramas gentilmente cedidos pelos executantes.
Narração
Tenisson Ottoni