Mostra virtual CCMS

O Museu Vivo
de Engenho de Dentro

 

Museu de Imagens do Inconsciente

 

O Museu de Imagens do Inconsciente (MII), fundado em 1952 pela Dra. Nise da Silveira na cidade do Rio de Janeiro, é um centro de estudos e pesquisa na área da saúde mental e está aberto ao público de 2ª a 6ª feira, das 9h às 16h30.

Unidade do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira, está organizado em 4 setores: Reserva Técnica; Ensino, Pesquisa e Divulgação; Administração; e Ateliês Terapêuticos.

Reserva Técnica

Guarda, organização e conservação das obras produzidas nos ateliês terapêuticos: telas, papéis, modelagens, textos e poemas – 352 mil obras.

A partir de 2002, com a cooperação do Ministério da Saúde, o patrocínio da Fundação Vitae, o apoio da Sociedade de Amigos e o empenho da equipe do

Museu, iniciou-se a reorganização e informatização do acervo. Em 2003, esse esforço conjunto possibilitou o reconhecimento da universalidade desse acervo por meio do tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) das principais coleções constituídas pela Dra. Nise da Silveira.

Fotografia de vários quadros fixados em suportes metálicos verticais. Alguns quadros são coloridos e outros são em preto e branco. Retratam paisagens, objetos e figuras humanas.
Esta foto em cores revela três bustos esculpidos em material branco e um em material escuro. Estão expostos juntamente a quadros bastante coloridos e afixados na parede.

Ensino, Pesquisa e Divulgação

Em 2002, em parceria com o Centro Cultural da Saúde – MS, o Museu de Imagens do Inconsciente comemorou o seu cinqüentenário com as exposições Retrospectiva e Cinco Artistas de Engenho de Dentro.

Administração

 
 
 

Ateliês Terapêuticos

Os ateliês estão abertos a clientes internos e externos e oferecem atividades expressivas e criativas como forma de tratamento.

Ateliê de Pintura

O manejo de lápis, tintas e pincéis num ambiente livre e acolhedor, resulta todos os dias em novos documentos plásticos que são incorporados ao acervo do Museu.

A fotografia mostra quatro pessoas em um ateliê de pintura. Em primeiro plano, uma mulher de cabelos castanhos, curtos e ondulados pinta em uma tela, que está apoiada sobre um cavalete. Ao fundo, três homens estão sentados a uma mesa onde há diversos potes de tinta, de cores variadas. Um deles está pintando um tecido, enquanto o homem ao lado o observa.

“O ateliê Fernando Diniz funciona num ambiente acolhedor e estável, numa casa que dá para ver os jardins através das janelas. Há também uma varanda aconchegante para um momento de solidão ou um bate papo. As oficinas Grupo Literário e Modelagem atuam de forma integrada e harmoniosa. Os freqüentadores têm liberdade de escollher onde querem ficar, se modelando barro ou escrevendo, desenhando, colando em grupo.  Há também o horário do Tai Chi Chuan, da oficina de jardins, dos aniversariantes do mês, num clima bem afetuoso de resgate daquelas emoções esquecidas pelo tempo, além do Jornal 'O Universo'.  Nas diversas atividades o monitor procura estar presente sem interferir no desempenho dos clientes. Procura ser um suporte afetivamente espontâneo e constante num ambiente tranqüilo e sereno. Assim a imagem ganha forma e estilo próprios que são respeitados. O mais importante é o estado emocional. Se a atividade proporcionar despotencialização das emoções contidas a terapia estará se realizando.”

Célia Vital
monitora

Fotografia em cores de um homem em uma horta. Ele sorri, enquanto segura um cesto plástico preto cheio de hortaliças. O homem tem cabelos cacheados até a altura dos ombros, barba e bigode grisalhos. Ao fundo, algumas árvores oferecem sombra à paisagem da horta.

Ateliê Fernando Diniz

“Através da diversidade de cheiros na horta eu fui lembrando-me da minha infância no campo e reconstruindo essa memória. Ver crescer o que se plantou é muito bom, porque é um processo similar ao nosso  crescimento. Plantar, colher e comer o que se plantou, resgata em nós uma relação com a natureza que se perdeu.” 

João Bosco

Nesta fotografia em cores três pessoas estão sentadas a uma mesa, trabalhando em esculturas pequenas em argila. Um homem está em pé, com os braços cruzados, observando o trabalho. Na sala, ao fundo, existe uma prateleira com algumas peças de materiais diversos. O homem que está sentado na cabeceira olha para a câmera e sorri.


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