Mostra virtual CCMS

Nise da Silveira

Vida e Obra

Nise da Silveira
Uma mulher à frente do seu tempo

Imagem em preto e branco da doutora Nise da Silveira, já idosa, com o braço esquerdo erguido e a mão cerrada. Trata-se de montagem, na qual Nise está em primeiro plano e o fundo é uma marca d’água de uma das mandalas produzidas por seus pacientes. No topo, está a frase: “Estou cada vez menos doutora, cada vez mais Nise.” Ela está no centro e, apesar de ter o corpo voltado para frente, a cabeça está ligeiramente voltada para o lado esquerdo. Nise tem os cabelos brancos e presos, usa óculos redondos, blusa estampada e um tecido pendurado no braço levantado.
A fotografia está em preto e branco e revela a jovem Nise da Silveira expressando um rosto sério. Ela está localizada no centro da imagem, veste blusa estampada e casaco escuro. Os cabelos também são escuros, estão presos e divididos ao meio. O fundo da imagem é claro.
A fotografia, em preto e branco, mostra a psiquiatra Nise da Silveira ainda jovem, com uma expressão facial séria, sentada na diagonal em uma cadeira que está sobre a grama. Ela está com os cabelos presos e veste um tailleur em cor clara; os sapatos são escuros. A mão esquerda está apoiada sobre a lateral da cadeira e a mão direita, sobre o colo.
Fotografia em preto e branco de um senhor sentado em uma cadeira e um cachorro com as patas dianteiras sobre suas pernas. O homem está de frente para a câmera, fitando-a. Sua perna direita está cruzada sobre a esquerda, e as mãos estão sobre as patas do cachorro. O senhor, de cabelos curtos e escuros, tem a feição séria e veste blazer e sapatos escuros, camisa e calças claras. O cachorro aparece de perfil, é grande e tem pelos claros. Ao fundo, um objeto sobre uma bancada.

As coisas não são ultrapassadas tão facilmente, são transformadas.

A fotografia mostra, em preto e branco, a doutora Nise da Silveira sentada com o corpo voltado para a direita da imagem e a cabeça para o lado esquerdo. Ela tem a expressão séria e, por trás dos óculos redondos, olha para baixo. Os cabelos brancos estão presos e ela veste blusa clara de mangas longas. À sua frente, um gato todo branco está de olhos fechados e deitado de maneira que suas patas fiquem sob o corpo. Ao fundo da imagem, duas pessoas estão sentadas.
Fotografia em preto e branco de um grupo de sete homens. Estão em pé, lado a lado, e a imagem mostra-os de corpo inteiro. Um deles é mais idoso, os outros são jovens.

É indestrutível a criatividade. Está presente em toda a parte.

A fotografia em preto e branco mostra Nise da Silveira de braço dado a um paciente. Ela olha para a câmera enquanto caminha. Está com os cabelos grisalhos presos, usa um xale, vestido estampado e sapatos escuros. O homem, pouco mais baixo do que ela, tem cabelos curtos, usa uniforme hospitalar e chinelos de dedo. Ao fundo há pessoas sentadas e outras em pé.
Na fotografia em preto e branco, uma senhora com cabelos escuros e bem curtos está em pé, entregando flores à doutora Nise da Silveira, em meio a outras pessoas. Nise, de cabelos grisalhos, presos, veste casaco branco e vestido estampado. Ela aparece de perfil, recebendo as flores, e sorri.

A palavra que mais gosto é liberdade. Gosto do som dessa palavra.

A imagem em preto e branco mostra Nise da Silveira em pé atrás de um homem que está sentado. É um dia claro e eles estão num ambiente aberto, com árvores e grama. Ela olha para baixo, na direção do homem, que também está olhando para baixo. Nise aparece sem óculos, com cabelos presos e veste camisa branca. O homem é calvo na parte de cima da cabeça, tem cabelos lisos e escuros e veste uma camisa clara.
A fotografia exibe, em preto e branco, a doutora Nise da Silveira alimentando dois cachorros. Ela está sentada em uma cadeira, olhando para os animais, que estão sentados no chão. Com as cabeças erguidas, os cachorros pegam com a boca os petiscos que ela segura em cada mão. Ela está com a feição séria, tem cabelos grisalhos presos e usa óculos e camisa clara de manga longa. O fundo da imagem é escuro.

Um diálogo é estimulante. A solidão também.

Na fotografia em preto e branco, Nise da Silveira já é idosa e tem cabelos brancos e presos. Ela está de perfil, com as mãos em frente ao rosto. Está gesticulando e os dedos estão abertos, usa óculos e blusa estampada de mangas curtas.

O que melhora o atendimento é o contato afetivo de uma pessoa com outra. O que cura é a alegria, o que cura é a falta de preconceito.

A fotografia em preto e branco revela um homem vestido com uniforme hospitalar e que trabalha com argila. À direita, um homem está sentado, de perfil, atento ao trabalho. Atrás dele há uma estante de ferro com várias peças em argila.
A fotografia em preto e branco mostra Nise da Silveira, usando óculos e com os cabelos brancos, sentada em frente a uma bandeja com xícaras. Ela dá petiscos a dois cachorros, um de pelos escuros e outro de pelos claros. Ela olha para o cachorro escuro que está alcançando sua mão, enquanto o outro aguarda sua vez.
A fotografia, em preto e branco, exibe a doutora Nise da Silveira bastante idosa. Ela está sentada e, com a mão direita, gesticula. A outra mão está apoiada no braço da cadeira. Com cabelos brancos, ela usa óculos redondos, vestido estampado e um xale claro sobre os ombros. Ao fundo, uma janela com persianas.

Não sou muito do passado. Sou do futuro. Quem olha demais pra trás, fica.

A foto, em preto e branco, revela homens com chapéus-de-palha e mulheres com vestidos estampados. Estão com os braços esticados, com as mãos sobre a pessoa que está na frente, formando uma grande roda de festa junina que gira para a direita. O pátio está decorado com bandeirinhas e balões e, ao fundo, há uma construção clara com janelas, além de algumas árvores pequenas.
A imagem está em preto e branco e revela três homens tocando instrumentos musicais em uma sala. O homem que toca cavaquinho está mais à frente, sentado de perfil. Ele olha para a o pianista, à sua esquerda, que está sentado de costas. Em pé, à direita dele, há um homem tocando violão, que está com o pé direito sobre uma cadeira clara. Ele olha para a esquerda da imagem, onde, atrás do piano há uma pessoa em pé. O fundo da fotografia mostra, ao lado direito, uma parede clara bicolor com alguns quadros afixados e, do outro lado, onde está o piano, a pintura de uma paisagem.
A fotografia está em preto e branco e mostra a doutora Nise da Silveira junto a um grupo de pessoas. Todos estão em pé, sob a sombra de algumas árvores. Ela encontra-se no centro, tem os cabelos grisalhos presos, usa óculos redondos, blusa escura listrada na horizontal, saia e sapatos também escuros. Ao fundo, árvores e uma construção branca.
A fotografia está em preto e branco e mostra Carl Jung, de perfil, com a mão esquerda apoiada em uma bengala e, com a direita, aponta para mandala pintada em um dos quadros na parede. O quadro em destaque tem fundo escuro e o desenho é de cor clara. Há mais quatro quadros afixados na parede.

Não me atrevo a definir a loucura.

Imagem em preto e branco, em close, da doutora Nise da Silveira. Ela é bastante idosa, está com os cabelos brancos presos, usa óculos redondos. O olhar não é direcionado à câmera e, nas lentes dos óculos da doutora, há um reflexo que impede de ver perfeitamente seus olhos. Os lábios estão fechados, mas esboçam a leve curvatura de um sorriso.
A fotografia é um close, em preto e branco, da doutora Nise da Silveira. Ela aparece já idosa e está com as mãos no rosto. Cada mão, que chama a atenção por suas rugas, está sobre uma bochecha. Ela tem os cabelos grisalhos presos e usa óculos de armação redonda e escura. Nesta imagem, ela não olha para o fotógrafo, mas para baixo. As lentes dos óculos revelam o reflexo do que está a frente dela. Na expressão do rosto de Nise, nota-se que ela quase sorri, com os lábios fechados. Ela usa blusa clara e estampada, e o fundo da imagem é escuro.

Os gatos são excelentes companheiros de estudos, amam o silêncio e cultivam a concentração.